Vivo a buscar toda hora aquela felicidade....
Aquele sorriso...
Aquela mocidade
Que um dia deixei por aí.
Não encontro mais....
No rosto agora só cansaço
De viver em constante desgaste
No qual dois sois agora é só sol
E não há mais duas manhãs.
E todas as hiperboles se foram
E as metáforas nadaram para longe
E nenhum pronome é chamado
E nenhum verbo é acionado
Ora, porque tanta dor?
Porque já não sei mais lutar...
Porque já não há mais o que tentar...
A vida que era feita de esperas
Parou!
A mocidade que era alegre
Entristeceu!
O sorriso que estampava o rosto
Apagou!
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