Amanheceu mais um dia, e ela nem precisa demorar muito pra saber o que irá ter que enfrentar logo mais, sua relutância em permanecer na cama é vencida pelo despertando tocando insistentemente como se ela estivesse no quartel do Exército, e como toda quarta feira, meio da semana, o ritmo frenético do trabalho e de sua rotina tão fatigada consome o que lhe resta de esperança.
Ao acordar já percebe a mesma sensação de todos os dias, o receio de estar sempre atrasada, vê que tudo está rápido demais e sente que está ficando pra trás.
Saindo de casa, como é de costume, observa as pessoas passando por ela, cada vez mais apressadas e com o único objetivo, o de chegar em seus destinos o mais rápido possivel. As horas estão contra elas. "Mas pra quê tanta correria?", as vezes ela se dá o luxo de pensar assim, pois apesar de estar trabalhando faz tempo, ainda não entendia aonde as pessoas queriam chegar. O que é necessidade e o que é luxo? O é prazer e o que é sacrifício? Procurava tentar responder suas indagações, mas nunca chega a lugar nenhum. E assim, a caminho do trabalha divagava sem encontrar respostas ou explicações para o que pensava.
Quando chega no seu emprego, olha ao seu redor, e desde cedo os rostos já estão entediados e cansados, o dia mal começa, mas todos já sabem que será mais um igual ao outro. Nada muda em suas vidas. E ela pensa consigo mesma: "Vamos lá, logo acabará!". É sempre assim, tenta arrumar forças para enfrentar todas as tarefas chatas que terá que fazer, todos os chiliques do seu chefe, e aquela secretária chata que vive comendo sonhos da padaria e que sempre quando deixa algum relatório pra ela, suja a sua mesa.
Trabalho, trabalho e mais trabalho, isso é a característica de seu dia. Mas existe um momento que ela para pra pensar em como tudo aquilo podia ser diferente, poderia acordar mais tarde e aproveitar o bela manhã de sol quente que brilhava lá fora do mundo de concreto que a aprisionava, queria poder fazer valer a pena os seus dias, não estar presa à rotina, sair da monotonia, fazer algo diferente. Porém ela sabe que não tem como sair desse mundo, os concretos e as obrigações a cercam e muitas coisas dependiam do trabalho dela.
Quando chega no seu emprego, olha ao seu redor, e desde cedo os rostos já estão entediados e cansados, o dia mal começa, mas todos já sabem que será mais um igual ao outro. Nada muda em suas vidas. E ela pensa consigo mesma: "Vamos lá, logo acabará!". É sempre assim, tenta arrumar forças para enfrentar todas as tarefas chatas que terá que fazer, todos os chiliques do seu chefe, e aquela secretária chata que vive comendo sonhos da padaria e que sempre quando deixa algum relatório pra ela, suja a sua mesa.
Trabalho, trabalho e mais trabalho, isso é a característica de seu dia. Mas existe um momento que ela para pra pensar em como tudo aquilo podia ser diferente, poderia acordar mais tarde e aproveitar o bela manhã de sol quente que brilhava lá fora do mundo de concreto que a aprisionava, queria poder fazer valer a pena os seus dias, não estar presa à rotina, sair da monotonia, fazer algo diferente. Porém ela sabe que não tem como sair desse mundo, os concretos e as obrigações a cercam e muitas coisas dependiam do trabalho dela.
Ao fim do dia, ao sair da empresa, a caminho de casa os outros aproveitam o fim do dia, dentro dela há uma enorme vontade de fazer o mesmo, mas ela se sente tão cansada, sem muitas pesperctiva de mudanças, apesar de ansiar muito por um momento de diversão, entretanto já se acostumou a sentir apenas a vontade de fazer e não de realiza-la. Como de costume volta pra casa, sabendo que lá terá mais trabalho pela frente. Depois dos afazeres domésticos alguma programação medíocre prenderá a sua atenção fazendo-a adormecer, pois seu corpo está cansado e sua mente quer buscar em seus sonhos a verdadeira paz que precisa.