Nem esperava mais ir, porém como sempre, minha vida é repleta de decisões tomadas em cima da hora. Não que isso seja ruim, muito pelo contrário, até acho bem mais interessante do que premeditar algo, porém o contraposto de tudo isso era: a compra dos ingressos. Ou melhor, troca dos ingressos pelo kilo de alimento.
(Aah, pra quem não sabe, falo do show do Paulinho Moska aqui em Belém. )
Digamos que foram quase duas horas em uma fila totalmente estressante, que nos deixava a dúvida se realmente iríamos entrar, visto que já tinham distribuídos os ingressos pra cadeira bem cedo, digo que realmente foi beeeeeeem cedo.
Um desvio de informações sobre o que deveríamos fazer, duas filas se formavam, pessoas desistiram, o estresse subia, palhaçadas, piadas e enfim... Quando nem acreditávamos, entramos!!!Aleluiaaaa!!!
De fato, chegamos mais da metade do show, aliás, pra ser mais precisa umas cinco músicas pro fim do show. Perdemos um tempão naquela baderna, enquanto ainda tinham 40 lugares disponíveis e chão para todos se acomodarem da maneira que quisessem, porém como se tratando de Belém do Pará, mais uma vez a desorganização tomou conta do evento, que tinha tudo pra ser excelente.
Na realidade, o evento foi excelente. Certo que assisti uma amostra bem pequena do que ele foi, porém, deu pra sentir a grandeza do espetáculo em que Moska estava inserido.
Diga-se de passagem que o Moska é um dos grandes cantores e poetas (sim, poeta!) do Brasil atualmente. Eu já admirava seu trabalho, mas ontem comprovei o quão ele é talentoso. Cantando e interpretando obras do Pixinguinha ao lado do saxofonista e flautista, Eduardo Neves, seu amigo também, foi realmente extraordinário.
Bom, apesar de toda a bagunça e desorganização o show foi maravilhoso. Fiquei por um tempo sentadinha no chão, só que uma grande cabeça atrapalhava minha visão, e optei por ficar em pé, afinal, o que seria ficar em pé assistindo o show depois de ter passado um tempão em pé no estresse?! Pude até cantar pro namorado a valsinha que adooro do Pixinguinha, que descobri ser datada de 1919... e que começa assim:"Tu és divina e majestosa estátua majestosa.... "
Perfeito! Adorei ouvir e ver ela cantada e interpretada com tamanha emoção do Moska e ter o acompanhamento de sua magnifica banda.
Dica: Da próxima vez, caro governo, secult, funtelpa, sei lá o que das quantas, procurem um lugar maior, organizem-se. Nós, paraenses, não somos aculturados pra não gostar de eventos como tal.
Au revoir.
(Aah, pra quem não sabe, falo do show do Paulinho Moska aqui em Belém. )
Digamos que foram quase duas horas em uma fila totalmente estressante, que nos deixava a dúvida se realmente iríamos entrar, visto que já tinham distribuídos os ingressos pra cadeira bem cedo, digo que realmente foi beeeeeeem cedo.
Um desvio de informações sobre o que deveríamos fazer, duas filas se formavam, pessoas desistiram, o estresse subia, palhaçadas, piadas e enfim... Quando nem acreditávamos, entramos!!!Aleluiaaaa!!!
De fato, chegamos mais da metade do show, aliás, pra ser mais precisa umas cinco músicas pro fim do show. Perdemos um tempão naquela baderna, enquanto ainda tinham 40 lugares disponíveis e chão para todos se acomodarem da maneira que quisessem, porém como se tratando de Belém do Pará, mais uma vez a desorganização tomou conta do evento, que tinha tudo pra ser excelente.
Na realidade, o evento foi excelente. Certo que assisti uma amostra bem pequena do que ele foi, porém, deu pra sentir a grandeza do espetáculo em que Moska estava inserido.
Diga-se de passagem que o Moska é um dos grandes cantores e poetas (sim, poeta!) do Brasil atualmente. Eu já admirava seu trabalho, mas ontem comprovei o quão ele é talentoso. Cantando e interpretando obras do Pixinguinha ao lado do saxofonista e flautista, Eduardo Neves, seu amigo também, foi realmente extraordinário.
Bom, apesar de toda a bagunça e desorganização o show foi maravilhoso. Fiquei por um tempo sentadinha no chão, só que uma grande cabeça atrapalhava minha visão, e optei por ficar em pé, afinal, o que seria ficar em pé assistindo o show depois de ter passado um tempão em pé no estresse?! Pude até cantar pro namorado a valsinha que adooro do Pixinguinha, que descobri ser datada de 1919... e que começa assim:"Tu és divina e majestosa estátua majestosa.... "
Perfeito! Adorei ouvir e ver ela cantada e interpretada com tamanha emoção do Moska e ter o acompanhamento de sua magnifica banda.
Dica: Da próxima vez, caro governo, secult, funtelpa, sei lá o que das quantas, procurem um lugar maior, organizem-se. Nós, paraenses, não somos aculturados pra não gostar de eventos como tal.
Au revoir.
Um comentário:
que droga!
mas o importante é o resultado: O SHOW VALEU A PENA!
é uma merda td dia eu publicar espetáculos maravilhosos e ñ ter pique pra ir em um!
e com relação as qstoes d estrutura... pod crer, ta aí a denúncia!
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